| Raio de luar |
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| Literatura - Prosa Poética |
Escrito por: Russolini![]() |
Qua, 03 de Setembro de 2008 04:48 |
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Hoje, exatamente hoje, oh lua, tu vens a me luminar, não imaginava que podia acontecer, depois de tudo o que vivemos, o que passamos, ainda me quer enamorar?
Teus olhares, oh lua, são pétalas nuas que transcendem meu ávido coração flechado em pua, ora sangra desejos, ora emana saudades... E na tua avidez perpetua sinto a claridade em supra-sumo inundando meus desejos e minha vida. Se tive que banhar-me em teu leito, oh lua, foi por cultivar tua beleza, esmerilhar teus contornos e degustar tua intimidade. Não me deixes sem força, oh lua, tua força és minha força, onde prisma cheia, oferece-me estonteante nova, d'um amor crescente em solidão minguante... Somos duas metades, oh lua, porém, deveras, a juntasse e não levar em conta o quanto somos banais. Nossa história aqui recomeça, como uma saga dos mais belos casais, que ultrapassou fronteiras do proibido, percorreu o mundo, embora despercebido, atravessou décadas em disfarces e catarses, alimentadas pelas lembranças, por onde esvaiu-se a idade d'um humilde poeta sem vaidade, despertando em raio de luar seu eterno amor. Crie um banner deste artigo em outros sites Para criar um banner deste artigo em outro site, copie e cole o texto abaixo em sua página. Visualizar : |
| Última atualização em Qua, 03 de Setembro de 2008 15:03 |


