| ACÁCIA |
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| Literatura - Poesias |
Escrito por: veruska![]() |
Qui, 15 de Janeiro de 2009 09:35 |
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Acácia seca, despida, Bordejando os caminhos Passam por ti e desdenham Teus braços esguios, sedentos, Na tranquila sonolência Da tarde que vai morrendo. Despertas! Já não és penumbra esguia. És raiz feita flor, Deixas de ser una, és múltipla, Brotando toda em botões Como sangue em borbotões E raios de ouro em pó Escorrendo das ramagens. Talvez tu, na hora calma Consigas colher estrelas... Apanhar essa riqueza Que vem do sol e da brisa E no teu tronco desliza... Entre nuvens, vento e mar, O teu destino é passar A tirar sempre o melhor Do pouco que a terra tem. Crie um banner deste artigo em outros sites Para criar um banner deste artigo em outro site, copie e cole o texto abaixo em sua página. Visualizar : |
| Última atualização em Sex, 16 de Janeiro de 2009 04:10 |


