Quero abrir a flor que esconde o teu ventre
antes que o silêncio a rompa
com a fúria do homem noturno.
Quero cantar em ti,o amor que não tive antes
com a eterna ânsia da minha boca.
Quero de ti,o amor sem luz ou abrigo,
que seja o lírio,que fale como a liberdade,
a nova flor do meu sangue.
Quero de ti todos os sonhos
que se vão prontos para amanhecer e,
assim,a vida andará sobre os mesmos sonhos
das noites que me beijam a cabeça.
antes que o silêncio a rompa
com a fúria do homem noturno.
Quero cantar em ti,o amor que não tive antes
com a eterna ânsia da minha boca.
Quero de ti,o amor sem luz ou abrigo,
que seja o lírio,que fale como a liberdade,
a nova flor do meu sangue.
Quero de ti todos os sonhos
que se vão prontos para amanhecer e,
assim,a vida andará sobre os mesmos sonhos
das noites que me beijam a cabeça.
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