| POEMA AQUÉM DA POROSIDADE |
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| Literatura - Sonetos |
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Escrito por: jessebarbosadeoliveira1827 |
Sáb, 27 de Junho de 2009 10:34 |
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Meu olhar queda retrátil
Quando sorvido pelo silêncio Do pensar largo. Meu fazer nem graceja: Seu sorriso é cênico E sorumbático: tem sabor de Mastruz com Carqueja! Minha jocosa verve Chora quando readquire A tez, o sumo Do deserto e do cabaço. Então o poema Nem sangra, nem mija, nem filma, nem escarra, nem voa, Nem clama, nem ama, nem brame: viva a serenidade! Nem irrompe lágrimas e nem é porosidade. Crie um banner deste artigo em outros sites Para criar um banner deste artigo em outro site, copie e cole o texto abaixo em sua página. Visualizar : |
| Última atualização em Sáb, 27 de Junho de 2009 16:01 |













